O deputado estadual e prefeito eleito de Guarapari, Edson Magalhães (PSD), conseguiu uma vitória na justiça. Edson foi condenado em 2007, pelo Tribunal de Justiça do Estado (TJES), por ato de improbidade administrativa, ao contratar o médico Humberto Gonçalves para atuar no Pronto Atendimento, sem realizar ao menos um processo seletivo.

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Edson recorreu dessa condenação ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e teve uma resposta favorável.

Recorreu. Edson recorreu dessa condenação ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e teve uma resposta favorável. Em despacho publicado na última terça feira (25), o Ministro do STJ, Sérgio kukina, deu parcial provimento ao recurso de Edson, que pedia a retirada da sua pena de “suspensão de direitos políticos”, mas manteve “todas as outras penalidades a ele impostas”. Entre as penalidades estão o pagamento de “multa e a proibição de contratar com o Poder Público ou deste receber benefícios”, diz o documento.

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Em despacho publicado na última terça feira (25), o Ministro do STJ, Sérgio kukina, deu parcial provimento ao recurso

Dessa forma, Edson retirou de sua condenação a improbidade administrativa e a suspensão dos direitos políticos por quatro anos.

Conduta. Através de sua assessoria, o deputado explicou que “Esta decisão só vem a confirmar a conduta proba de Magalhães, quando este foi prefeito municipal”.

Emergência. Sobre a condenação de 2007 a assessoria de Edson explicou  que “Na ocasião, dezenas de médicos pediram demissão de seus cargos e as Unidades de Saúde de Guarapari não poderiam ficar desguarnecidas de médico. Era necessário e emergencial a tomada de decisão, visando a garantia do direito à vida da população. Se não tivesse contratado o médico em regime de urgência, de certo o povo sofreria as consequências, com gravame e riscos às suas vidas.  Vale destacar ainda que, esta contratação ocorreu justo no período do verão, quando há um número evidentemente alto de demandas na área da saúde”.

Para finalizar concluiu dizendo que “A decisão afasta definitivamente as especulações criadas pelos seus adversários, sobre a suposta suspensão dos direitos políticos de Edson Magalhães”.

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