Mesmo com o aumento do consumo de cervejas durante a pandemia, a Heineken N.V. registrou resultados ruins neste segundo trimestre. A Heineken, que é a segunda maior fabricante de cervejas com sede na Holanda, passou por um aumento de pressão na holding e os principais mercados da empresa precisaram responder rapidamente à ela, de acordo com a Veja.

Pandemia. A Sub-Secretaria de Políticas Sobre Drogas da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) informou que, no Brasil, a venda de bebidas alcoólicas na pandemia de COVID-19 aumentou 38% nas distribuidoras, 27% nas lojas de conveniência e 26% nos serviços de entrega em domicílio.

Brasil. O Brasil, que é o maior mercado da Heineken desde fevereiro deste ano, receberá o ajuste de preços a partir desta terça-feira (01), com um aumento de cerca de 5% no valor, em média. Vale ressaltar que essa alta ser dará na cervejaria, então cabe aos distribuidores e vendedores do produto decidirem se o aumento será repassado ao consumidor final.