Nunca ingeri sequer um gole de cerveja, vinho, vodka, álcool etc. Quer saber mais? Jamais senti falta dessa prática nos meus 42 anos de vida, ainda que tenha crescido vendo alguns parentes e conhecidos beberem com força. Aprendi que o homem só é fruto do meio onde vive se ele quiser. Ninguém é piolho para andar pela cabeça do outro. Embora muitos andem. No meu caso, eu não quis e nem me arrependo de não ter sido uma “Maria vai com as outras!”.

É verdade que cada um destina seu dinheiro para aquilo que quiser e ninguém tem nada a ver com isso. Mas ainda assim, sempre me pergunto:  “por quê muitos gastam seu suado dinheirinho naquilo que não é pão?”

Jamais senti falta dessa prática nos meus 42 anos de vida,

Ah! (…) lembram dos parentes e conhecidos que falei que bebiam? Pois é… hoje, muitos deles gastam altos valores com consultas médicas, clínicas de tratamento, remédios etc., só para recuperar a saúde que perderam para a ingestão de bebida alcoólica, onde o vício de fumar também acompanhou muitos destes. Sem falar da grande privação de muitos alimentos que precisam fazer, fruto dos conselhos médicos. Outros destes parentes e conhecidos, infelizmente, já morreram de doenças trazidas pela ingestão da bebida alcoólica. Isso é triste e penoso. (…) e olha que alguns deles não bebiam de cair pelo chão e dormir no meio da rua. Eventualmente um ou outro nos diziam que só bebiam socialmente (como se isso, por si só, não causasse nenhum dano efetivo à saúde a curto, médio e/ou longo prazo). Aliás, vou falar outra coisa aqui, eu nunca vi ninguém dizer: “Eu só traio o meu cônjuge socialmente.” ou “Eu só assassino socialmente.” etc., como se somente fazendo isso de vez em quando não fosse traição, assassinato e por aí vai.

Na opinião dos cientistas sociais, quem bebe – ainda que socialmente – é tão viciado na ingestão do álcool, quanto um bêbado inveterado.

Para quem não sabe, o álcool está relacionado ao câncer de boca, nariz, laringe, esôfago, cólon, fígado etc. Nas mulheres, o câncer de mama etc. Até mesmo a ingestão moderada apresenta alguns riscos. Por exemplo, a ingestão de uma dose por dia aumenta as chances de câncer de mama em 4%, enquanto o consumo exagerado de álcool pode aumentar esse risco em até 50%. 

A imprensa não divulga isso por quê eles lucram (entenda aqui “ganham”) muito dinheiro com propagandas de divulgação. Um relatório feito pela Organização Mundial de Saúde no ano de 2014 concluiu que a ingestão de bebida alcoólica aumenta o risco de desenvolver depressão, ansiedade, cirrose hepática, pancreatite etc, e potencializa as chances de suicídio, acidentes e envolvimento em situações violentas.

Para quem não sabe, o álcool está relacionado ao câncer de boca, nariz, laringe, esôfago, cólon, fígado etc.

Afirma-se que o alto consumo da bebida alcoólica enfraquece o sistema imunológico e está associado a doenças como pneumonia e tuberculose. A bebida também incentiva um comportamento sexual arriscado, aumentando as chances de se contrair doenças sexualmente transmissíveis. Beber durante a gravidez, por exemplo, pode prejudicar o feto.

No total, há mais de 200 doenças e lesões que podem ser relacionadas ao consumo de álcool, incluindo 30 enfermidades que são causadas apenas por substâncias presentes nestes produtos industrializados.

Bem diferente daquilo que se propaga nos veículos de comunicação em massa que é de “Beber com moderação”, lhes afirmo de experiência própria que, “melhor do que a moderação, é a abstinência”.

É por essa estrada mesmo que transito sem jamais ter colhido, sequer, uma dor de cabeça e nem de nunca ter conhecido o que se chama de ressaca. Louco a Deus por isso. Qualquer estudo científico sugerindo que uma ou duas doses ocasionais são saudáveis, é normalmente recebido com um enorme entusiasmo pela imprensa e pelo público. Não se iluda! Eles mascaram os malefícios no seu corpo da ingestão de um “simples copo de cerveja”. Os produtores desejam mesmo é obter altos lucros em cima do seu vício, como já disse.

Certamente, quem se afasta da bebida tem os seus dias prolongados sobre a terra. Talvez a melhor conclusão sobre os efeitos do álcool sobre nossa saúde venha de uma análise crítica publicada em 2013 pelo psiquiatra norueguês Hans Olav Fekjaer, especialista em alcoolismo. Para ele, “Enquanto as evidências sobre os prejuízos causados pelo álcool são sólidas, há vários motivos para olharmos com um certo pé atrás para os estudos que atestam benefícios”.

Não beba e seja bem mais feliz desfrutando da doçura da presença de sua família e gozando de dias mais alegres sobre ao lado dos seus. Afinal de contas, felicidade é estar perto de quem ama.

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