Na tarde de quinta-feira (15) às 13h foi realizada, no Auditório da Câmara Municipal de Anchieta, a terceira audiência da Comissão Processante (CP) que investiga a suposta denuncia de Rachid do Vereador Dilermando Melo de Souza Junior (PMN). (Reveja aqui)

As duas primeiras audiências foram para organizar o planejamento de trabalho, nomear assessores, deliberar diligências e aprovarem o rol de testemunhas a serem ouvidas. Na terceira, foi ouvida a primeira testemunha da CP que durou cerca de 20 minutos.

DEPOIMENTO
A audiência chegou a ser suspensa por 15 minutos ao confirmarem a ausência de duas outras testemunhas, inclusive do informante do suposto esquema de Rachid.

A audiência chegou a ser suspensa por 15 minutos ao confirmarem a ausência de duas outras testemunhas, inclusive do informante do suposto esquema de Rachid, Antônio Marcos Soares Almeida, conhecido como Neguinho, ex-assessor do gabinete do vereador acusado. Por outro lado, todas as nove testemunhas de defesa do vereador estavam presentes.

A Comissão, após consultar a defesa, decidiu realizar nova audiência para ouvir as demais testemunhas no dia 23 às 13h00 no mesmo local. Fazem parte da Comissão Processante os vereadores Roberto Quinteiro Bertulani (presidente), Robson Mattos dos Santos (relator) e Terezinha Vizzoni Mezadri (membro).

Dilermando
Comissão Processante (CP) investiga a suposta denuncia de Rachid do Vereador Dilermando Melo de Souza Junior (PMN).

A denúncia. Vereadores de Anchieta, por unanimidade, acataram no dia 15/09, denúncia sobre suposta prática de Rachid do vereador Dilermando Melo de Souza Junior (PMN). Nesta mesma sessão ordinária foi feito um sorteio, com participação popular, para abertura de uma Comissão Processante (CP).

A denúncia foi protocolada no dia 04/09 juntamente a um áudio que supostamente liga o vereador à prática de Rachid, que é uma situação em que o político aproveita o cargo que ocupa para se apropriar dos salários dos seus assessores. O áudio apresenta um suposto diálogo entre o parlamentar e o ex-assessor de seu gabinete, Antônio Marcos Almeida. ouça o áudio abaixo. 

A denúncia apresenta informações de que salário do ex-assessor era de R$ 2 mil e que após o recebimento deveria ‘devolver’ a importância total ao chefe de gabinete do vereador, que o repassaria um valor de R$ 600, mesma quantia repassada a outro servidor.

O ex-servidor relatou, ainda, que não trabalhava exercendo a função de agente parlamentar no gabinete do vereador, pois trabalhava na empresa Sistermi Locação de Máquina e Equipamentos Ltda, localizada em Anchieta, com sede na Serra, nos horários das 07h às 17h e ganhava um salário mensal de R$ 1.200.

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