O Ministério Público do Espírito Santo entrou recentemente na justiça contra a ativista Sara Winter por danos morais. A denúncia é que a militante vazou dados pessoais da menina capixaba de 10 anos que foi estuprada, após a menor dar entrada para passar por procedimentos abortivos.

A ativista Sara Winter publicou no último domingo (16), em suas redes sociais, o nome da criança e o hospital em que ela faria o aborto autorizado pela justiça capixaba.

A ação do Ministério Público requer que Sara seja condenada a pagar R$1,32 milhão de reais por danos morais, e que o dinheiro seja destinado ao Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente da cidade de São Mateus (ES), onde a criança vítima de estupro mora.

Domingo. A ativista Sara Winter publicou no último domingo (16), em suas redes sociais, o nome da criança e o hospital em que ela faria o aborto autorizado pela justiça capixaba. Nessa ocasião, a militante incitou manifestantes pró-vida a protestarem em frente ao hospital. Foram ditas ofensas à criança e à família. Muitos manifestantes tentaram forçar entrada no local.

Justiça. O autor da ação foi o promotor Fagner Rodrigues, que alega que Sara “expôs a criança e sua família, em ofensa a toda a ordem jurídica protetiva da criança e do adolescente, conclamando seguidores a se manifestarem”

Desde que publicou informações sigilosas da vítima, Sara teve seu canal do YouTube derrubado pela própria plataforma. Uma petição virtual reuniu mais de 100 mil assinaturas pela abertura de um processo contra a ativista.