O jovem atleta Breno Braga Costa, 13 anos, encontrou na natação uma forma de conviver com a baixa visão e já participa das paralimpíadas escolares há dois anos consecutivos. Neste ano ele está participando também de uma outra competição e precisa do apoio de todos.

Breno concorre pela segunda vez ao Atleta da Galera, premiação do Movimento Paralímpico Nacional que, segundo Patrícia Braga, mãe de Breno, é “uma forma de homenagear, fazer com que as pessoas se lembrem dos atletas paraolímpicos, uma forma de inclusão”. As votações vão até o dia 20 de novembro e para ajudar Breno a ganhar esse prêmio, basta entrar no formulário pelo link https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdHlBST3P5-aI40H2iECN4B0bnp72-KD1M5E5vVbx4frg_1Yw/formResponse e preencher os dados. É simples e rápido.

Breno participa de competições paralímpicas desde o ano passado e preciso do voto de todas para ganhar prêmio nacional.

Patrícia  Braga explica que o filho  começou a participar das paralimpíadas no ano passado, quando completou 12 anos de idade. O problema de baixa visão foi descoberto em 2014 e desde então a família busca soluções para ajudar o Breno de todas as formas. “Ano passado nós descobrimos um instituto chamado Instituto Luiz Braille que fica em Vitória e é especializado em cegos e pessoas com baixa visão. Passei a levar o Breno neste instituto para ele fazer aula de locomoção, de como andar na rua, como proceder, aulas de digitação, de como usar computador e os recursos de ampliação”, afirma.

Durante as idas e vindas ao instituto, Patrícia ficou sabendo que existia um projeto no Álvares Cabral para atletas com alguma deficiência com Leonardo Neglina e entrou em contato. Como Breno fazia natação desde os seis meses, achou que ele se encaixaria nessa modalidade. Fizeram o teste no mesmo dia. “Breno não tinha nem sunga, nem toalha, expliquei ao Leonardo o problema de visão dele e ele nadou de bermuda mesmo, quando ele nadou, o Leonardo ficou impressionado, gostou muito do empenho dele e da forma dele nadar e falou “esse menino seu ele vai longe”. Lá mesmo ele disse para nos prepararmos para as paralimpíadas escolares que seriam em novembro, assim ele teve a oportunidade pela primeira vez, em 2017 de disputar as paralimpíadas escolares. Deus encaminhou a gente direitinho que ano passado ele fez 12, então esse ano é o segundo ano dele”.

“O esporte é algo que só ele pode fazer, a gente pode auxiliar nas rotinas diárias, mas no esporte ele tem fazer por si só, ele tem que dar o máximo dele”. Mesmo reclamando por ter que acordar cedo às vezes, Patrícia afirma que Breno sente prazer no esporte.“Ele se sente tão bem assim que o que eu puder fazer por ele, vou fazer”, a prática da natação fez com que o Breno tivesse mais compromisso, segundo a mãe: “Ele fala que vai ser profissão para ele. Breno quer ser um atleta internacional, ele diz também que quer fazer Educação Física para poder auxiliar outros jovens e crianças com deficiência”.

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