O grupo pela moralização de Guarapari, formado de diversas entidades representativas da cidade continua a sua busca por respostas e soluções para a situação do envolvimento de parlamentares da cidade em supostos esquemas de corrupção, conforme foi denunciado pelo Portal 27, com exclusividade. ( Confira Aqui)

Sem fazer muito alarde, o grupo tem atuado em duas frentes. Uma busca respostas dos poderes constituídos no Estado. Essa semana tiveram uma reunião com o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Feu Rosa, onde solicitaram agilidade e seriedade na apuração das denúncias de corrupção envolvendo quatro vereadores de Guarapari.

“Ele disse que está acompanhando o caso.Conversamos com ele e mostramos nossas inquietações com relação ao caso. Explicamos também que esse segredo de justiça está beneficiando os investigados, por isso explicamos a possibilidade de alguma entidade ter acesso aos autos, para dar mais transparência ao caso”, explicou Arivald Santos, um dos participantes do movimento.

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Representantes se reuniram com o presidente do Tribunal por quase uma hora.

Ministros. Em outra frente, integrantes do grupo foram até Brasília, onde protocolaram documentos, pedindo ao Ministro Joaquim Barbosa, do no Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, pedindo apoio ao trabalho do delegado Luiz Pascoal, que foi retirado do caso e pode ser transferido de cidade a qualquer momento.

“Quando um grupo se organiza em prol de algum objetivo, a força desta união pode se tornar implacável. Em um mesmo dia, representantes do grupo estiveram em Vitória e em Brasília fortalecendo este trabalho que poderá trazer uma nova história para Guarapari”, disse Anderson Tadeu Arpini, que também faz parte do Movimento pela Moralização de Guarapari.

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Anderson mostra a documentação entregue ao Ministro.

Ainda de acordo com ele, as entidades querem saber a verdade, pois estão preocupadas com a situação da cidade. “Não queremos nada além da justiça, queremos saber a verdade, e decidimos que não ficaríamos no âmbito municipal, vamos atravessar o país se preciso for novamente. Guarapari conta com entidades e associações que se preocupam com o desenvolvimento do município, pessoas comprometidas que representam toda a população que por diversos motivos não possuem as devidas condições para lutar pela cidade”, afirmou.

Confira abaixo o documento entregue.

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Além do STF, a carta também foi entregue no Ministério da Justiça e na Secretaria Nacional de segurança Pública.

 

 

 

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