Kayke Diógenes Ferreira Machado tem apenas 9 anos e precisa muito de ajuda para continuar lutando pela vida. Diagnosticado com hidrocefalia e paralisia cerebral ainda bebê, Kayke não fala, não anda e se alimenta por meio de uma gastrostomia.

Segundo sua mãe, Flávia Diógenes Ferreira, autônoma atualmente desempregada, Kayke era uma criança perfeita. “Ele se tornou especial com um ano e oito dias. “Da noite para o dia veio o diagnóstico da hidrocefalia e da paralisia e ele se tornou cadeirante, parou de se alimentar, parou de falar, hoje em dia ele usa uma gastrostomia para se alimentar e tomar os medicamentos”, afirma.

Kayke tem 9 anos e ainda bebê foi diagnosticado com hidrocefalia e paralisia cerebral.

Fisioterapia e Fonoaudiologia.A rotina de Kayke inclui escola e idas ao fisioterapeuta e fonoaudiólogo. Ele estuda sim, está no terceiro ano. A rotina do Kayke sempre foi a mesma: fora da quarentena ele ia para escola e fazia o tratamento, agora com essa quarentena ele fica em casa 24 horas só deitado e sentado, só continua indo uma vez por semana na fisioterapia e na fono. Por ter problema pulmonar, os médicos o colocaram em uma quarentena severa”, afirmou.

Ajuda. Flávia busca ajuda para seu filho, pois não tem condições de custear os tratamentos e todo o cuidado de que Kayke necessita. “Ele ganhou fisioterapia e fono por uma seguidora. Porque está sentindo muitas dores, se atrofiando muito, precisaria fazer no mínimo umas três vezes por semana. Não consegui colocar ele na Pestalozzi e não tenho condições de pagar fisio e fono pra ele”, afirmou.

Cadeira de Rodas. Flávia afirma que a cadeira de rodas utilizada por Kayke é adaptada e tem que ser trocada de dois em dois anos, o que eleva os gastos. “Cadeira de rodas infantil adaptada precisa ser trocada de dois em dois anos, porque fica pequena e se a gente persistir em ficar usando, ela começa a fazer mal para a criança, começa a atrofiar a criança, porque não se adequa mais ao tamanho dela. A secretaria aqui não faz nem troca de cadeira nem de boton, nem fornece”, afirmou a mãe.

Troca do aparelho de alimentação. Segundo Flávia, o aparelho pelo qual o Kayke se alimenta precisa ser trocado de seis em seis meses. “O aparelho usado na gastrostomia é um botton do Mickey que precisa ser trocado de 6 em 6 meses e como não tenho condições, ele está sofrendo”, afirmou.

Custos adicionais. Além dos itens essenciais, para ter um mínimo de conforto, segundo a mãe, Kayke também precisa de fraldas, suplementos, e itens básicos de higiene, tratamentos com médicos e profissionais.

“Toda ajuda é bem-vinda”, afirmou a mãe. Quem quiser e puder contribuir de alguma forma com o Kayke pode entrar em contato pelo telefone (27) 99953.0979, falar com Flávia.

As doações podem ser feitas pelo Pic Pay ou pela Caixa Econômica: conta poupança: agência 1246, operação 013, conta poupança nº 11846-2, CPF: 163.356.807-50, em nome de Kayke Diógenes Ferreira Machado.

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